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	<title>condomínios &#8211; BV Governança e Contabilidade</title>
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	<description>Gestão Condominial e Contabilidade em Luziânia- GO</description>
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		<title>O síndico, o condomínio e o espírito natalino</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[bvgovernanca]]></category>
		<category><![CDATA[comemorações natalinas]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
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					<description><![CDATA[Tradicionalmente o mês de dezembro é marcado por uma série de eventos que vão desde o fechamento das contas do condomínio, renegociação de dívidas, previsão orçamentária,<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tradicionalmente o mês de dezembro é marcado por uma série de eventos que vão desde o fechamento das contas do condomínio, renegociação de dívidas, previsão orçamentária, acordo coletivo sindical até reeleição de síndico. Momento esse que pode afetar a animosidade entre vizinhos e comprometer as comemorações natalinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, não deixe que as responsabilidades impeçam de ter um momento festivo. A necessidade de incentivar ações de confraternização entre moradores vai além de uma simples decoração. É um momento de reflexão sobre tudo o que está acontecendo no condomínio com a intenção, principalmente, de melhorar a qualidade de vida de todos. E é aí que o síndico poderá se destacar&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ele, o gestor condominial, tem a oportunidade de motivar as pessoas construírem um ambiente fraterno que minimize as preocupações do dia-a-dia. Se no condomínio há crianças, convide-as para ajudar. Elas possuem um dom natural de criatividade que poderá resultar em algo muito positivo. Cada um faz um pouco e quase sem gastar nada podem enfeitar as áreas comuns do condomínio. Quando todos participam, o sentimento de união cresce e a intenção é exatamente essa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.assosindicosdf.com.br/2016/12/o-sindico-o-condominio-e-o-espirito-natalino.html">https://www.assosindicosdf.com.br</a></p>
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		<title>Cuidado extra com limpeza evita mosquito em condomínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[bvgovernanca]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[Condomínios: hora de combater o Aedes Aegypti! Afim de evitar contaminação de doenças, o condomínio precisa caprichar na limpeza &#160; O Ministério da Saúde já iniciou<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Condomínios: hora de combater o Aedes Aegypti!<br />
Afim de evitar contaminação de doenças, o condomínio precisa caprichar na limpeza</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Ministério da Saúde já iniciou os preparativos da campanha para combater o mosquito Aedes Aegypti, principal transmissor de doenças como a dengue e as mais recentes zika e chikungunya, que deram muita dor de cabeça no sistema de saúde de todo o Brasil. Com o período de chuvas se aproximando, é preciso ter atenção redobrada! Em 12 estados os casos de dengue aumentaram entre janeiro e outubro deste ano se comparado ao mesmo período de 2017, em sete estados cresceram os números de chikungunya e em outros sete, os de zika.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E não é somente quem reside em casas que precisam ficar de olho. Quem mora em condomínios fechados e apartamentos também precisa fazer a sua parte!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As epidemias registradas no último ano e verão estão aí para alertar, pois 80% dos infectados contraem a dengue, por exemplo, dentro de suas casas. Quem mora em condomínio, além de fazer sua parte cuidando da própria casa, deve &#8220;ficar de olho&#8221; para ver se os vizinhos ou mesmo os funcionários do conjunto residencial estão fazendo a sua parte na prevenção das doenças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com as chuvas de verão é normal o acúmulo de água em calhas, lages, pneus, vasos de plantas e objetos desprotegidos em sacadas, áreas de circulação, jardins ou quintais &#8211; e caso não haja uma limpeza eles se tornam criadouros de mosquitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos não sabem, mas os ovos podem hibernar por anos, até encontrar condições ideais para eclodir, preferindo o período de calor e umidade para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O mosquito Aedes Aegypti vive até 35 dias e, ao longo de sua vida, normalmente não percorre mais de 600 metros. Por isso mesmo que nunca se falou tanto em limpeza e higiene de condomínios, que não devem ser delegadas a qualquer um.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo um local extenso e com alto trânsito de pessoas, é preciso ter alguém especializado para fazer o serviço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para locais de grande circulação é recomendável a contratação de serviços profissionais, em que as pessoas encarregadas da limpeza tenham conhecimento para tal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esses profissionais recebem um treinamento com instruções teóricas e práticas sobre atendimento a clientes, postura profissional, cronograma das atividades diárias e programadas, tipos de produtos e suas finalidades e, principalmente, conhecem técnicas de higienizar ambientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E para garantir o bom resultado, esses profissionais possuem encarregados que fiscalizam se o trabalho está sendo desenvolvido de acordo com as instruções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, cuidar da limpeza é crucial em todos os lugares. Ter um ambiente sempre limpo e bem cuidado mantém uma boa aparência, como também afasta insetos e ratos, comuns em época de calor, e também evita as doenças provocadas pelo Aedes Aegypti.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É recomendada ainda a limpeza de áreas de lazer, como salões de festas, praças, parquinhos e playgrounds.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O síndico e os responsáveis pela manutenção do condomínio devem ficar atentos às áreas mais necessitadas de limpeza, porém também é dever de todos os condôminos contribuir com a organização e a higiene, tanto de seus apartamentos ou casas quanto das áreas sociais para que o local esteja limpo e bem apresentável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com conscientização da população é possível sim evitar doenças como a Dengue, a febre Chikungunya e o vírus Zica!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/aedes-aegypti-noticias-ambiente">https://www.sindiconet.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Síndico deve manter o documento sempre em dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[AVCB]]></category>
		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[Condomínio sem vistoria do Corpo de Bombeiros Milhares de condomínios cumprem a lei que obriga a pagar todo ano o seguro contra incêndio, sendo que nenhuma<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Condomínio sem vistoria do Corpo de Bombeiros</p>
<p style="text-align: justify;">
Milhares de condomínios cumprem a lei que obriga a pagar todo ano o seguro contra incêndio, sendo que nenhuma companhia de seguros avisa que é fundamental que o edifício possua o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Entretanto, quando acontece um sinistro, o síndico e os demais proprietários são surpreendidos com a negativa de indenização, pois, no momento de pagar pelos danos, a seguradora alega que o edifício está irregular por não possuir o AVCB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Essa situação absurda foi comprovada pela Comissão de Direito Imobiliário da OAB-MG, que enviou ofício para as maiores seguradoras do Brasil solicitando esclarecimentos, tendo estas respondido por escrito e de forma unânime que entendem que, diante da falta do AVCB, podem recusar pagar a indenização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos municípios de Minas Gerais, entre eles Belo Horizonte, concede a Certidão de Baixa de Construção (mais conhecida como Habite-se) à construtora sem exigir que o edifício residencial ou comercial tenha sido vistoriado e aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Várias construtoras não conseguem obter o AVCB por deixarem de realizar as obras pertinentes e por não instalarem equipamentos que são essenciais para atender as normas contra incêndio e pânico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As falhas construtivas e as irregularidades, para serem corrigidas, exigem altos investimentos, mas o construtor conta com a falta de conhecimento dos adquirentes. Entrega o edifício, que é ocupado por pessoas que se limitam a verificar a matrícula no Ofício de Registro de Imóveis, sendo que deveriam checar também o AVCB por meio do site.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Centenas de edifícios têm sido multados em valores expressivos por falta do AVCB, sendo que a legislação estadual permite que o Corpo de Bombeiros interdite o prédio que não seja regularizado. Vários condomínios têm sido obrigados a gastar entre R$ 100 mil e R$ 400 mil para fazer o projeto, realizar as adaptações e instalar os equipamentos para obter o AVCB, despesa que seria evitada se tivesse acionado a construtora com celeridade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal é o síndico tomar a iniciativa de exigir da construtora a entrega do AVCB e de todos os projetos do edifício (cálculo estrutural, arquitetônico, elétrico, hidráulico e de incêndio) para o condomínio, pois esses documentos são essenciais para a verificação de que a obra foi executada corretamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Havendo falhas e vícios de construção, cabe ao condomínio agir, por meio de uma assessoria profissional, para obter da construtora a regularização de tudo, antes que o prazo de garantia vença. O síndico que se recusa a agir pode responder com seus bens pessoais se configurada sua responsabilidade ou a postura de proteger o construtor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A inércia, a falta de organização e de união dos compradores, além do desconhecimento jurídico, contribuem para que o condomínio perca o prazo para exigir seus direitos e a regularização do edifício.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www.otempo.com.br/">https://www.otempo.com.br/</a></p>
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		<title>App para portaria remota</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2018 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[bvgovernanca]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
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					<description><![CDATA[Aplicativos agora estão disponíveis para acesso de informações da portaria &#160; Com o passar dos anos, a tecnologia trouxe diversos benefícios à sociedade, em todos os<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aplicativos agora estão disponíveis para acesso de informações da portaria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, a tecnologia trouxe diversos benefícios à sociedade, em todos os âmbitos em que ela pode atuar: educação, saúde, lazer, e a segurança não está fora desta lista. O celular, que está na palma da mão de qualquer pessoa, é um bom exemplo de tecnologia que pode abranger todos esses requisitos, até mesmo na questão de ter um maior controle da portaria do seu prédio ou condomínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Já imaginou poder sair de casa e ainda ter acesso às informações sobre quem entra e sai do seu condomínio? Isto é extremamente vantajoso para, por exemplo, pais que saem de férias a dois e deixam os filhos, já crescidos, sozinhos em casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é apenas uma das principais vantagens da portaria remota. Quando os moradores optam por este modelo de portaria poderão instalar um aplicativo no celular onde ele consegue ver se o filho saiu com o veículo, que horas ele saiu e quando voltou, e o mesmo vale para o período de visitantes e prestadores de serviço. O aplicativo permite ter acesso às imagens do local e controle dos acessos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, ela permite que os moradores tenham acesso a estas informações, mas claro, eles não as controlam. Já existem diversos casos de crianças que liberaram a entrada de desconhecidos no condomínio, o que é um alerta de perigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quem libera o acesso ao prédio é a central da empresa contratada para o serviço. Além disso, a portaria remota possui outro grande benefício que é a biometria e é ela que mantem as informações de circulação do condomínio que ficam armazenadas na central.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O controle de acesso biométrico demanda um estudo prévio e simples do condomínio para definir quantos equipamentos serão necessários para dar o suporte ao local. Quando falamos em portaria remota, que utiliza da biometria ela é “salva” dentro de um sistema central, que permite o registro dos acessos de qualquer pessoa que tenha entrado ou saído do prédio, inclusive os horários em que isso ocorreu. Para o síndico é um facilitador também na hora de verificar a entrada e a saída dos funcionários do condomínio e dos prestadores de serviço dos apartamentos ou casas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Isso gera uma flexibilidade e mobilidade maior. É um investimento em preventiva de uma forma eficiente, tudo para garantir os benefícios. É preciso entender também que a portaria remota tem um custo inicial mais alto que outros modelos de portaria, mas que a eficiência em segurança é mais reforçada e a redução de custos chega a médio prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma prova de que as vantagens estão acima de valores é a porcentagem de aceitação da portaria remota que chega a 97% dos moradores de um condomínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por Walter Uvo, sou especialista em tecnologia de segurança de condomínios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Site: <a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/app-para-portaria-remota-noticias-seguranca">https://www.sindiconet.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Animais exóticos: confira algumas regras</title>
		<link>https://bvgovernanca.com.br/animais-exoticos-confira-algumas-regras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[animais exóticos]]></category>
		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro passo é comprar o animal em um cativeiro autorizado pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) &#160; Cachorros, gatos estão entre<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é comprar o animal em um cativeiro autorizado pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Cachorros, gatos estão entre os pets preferidos para se criar em casa ou apartamentos.  Mas ha quem prefere animais exóticos, como cobras, lagartos, aranhas ou pássaros maiores. Porém para esses animais alguns cuidados devem ser tomados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é comprar um animal em um cativeiro autorizado pelo IBAMA. O cativeiro deve emitir nota fiscal e certificado de procedência do animal que deverá estar com anilha (forma de identificação) ou microchip. O Iema informa que está suspenso o cadastramento de novos criadores comerciais de répteis, anfíbios e mamíferos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Comprando em cativeiro, o proprietário está resguardado. Mas precisa seguir as orientações  que o estabelecimento dá para sobre a criação do animal&#8221;, afirma Izabel Gomes, coordenadora de monitoramento do uso da fauna e recursos hídricos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (IBAMA).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O cativeiro deve passar informações sobre criação, espaço adequado e tipo de alimentação necessária. Se o proprietário não seguir as orientações, será acusado de maus tratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No condomínio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A administratora da Suprema Administração de Condomínios, Viviane Nunes, explica que a legislação é ampla quando se trata de animais em condomínios. &#8220;A lei fala apenas sobre animais. Então o morador pode ter o bicho que quiser. O regimento interno pode criar regras de convivência, como só permitir a presença em áreas comuns dentro da caixa de transporte&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Viviane explica que o animal não pode incomodar outros moradores. &#8220;Se oferecer riscos por ficar em áreas comuns, fizer barulho e sujeira fora do apartamento, os vizinhos podem reclamar e o condomínio vai notificar&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www.gazetaonline.com.br/noticias/imoveis/2017/10/de-portas-abertas-para-animais-exoticos-saiba-regras-de-convivencia-1014102459.html">https://www.gazetaonline.com.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O que pode acontecer se você não pagar o condomínio</title>
		<link>https://bvgovernanca.com.br/o-que-pode-acontecer-se-voce-nao-pagar-o-condominio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[imóvel]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplência]]></category>
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					<description><![CDATA[ O cerco apertou para quem deixa de pagar a taxa de condomínio do prédio. Desde que novas regras entraram em vigência, em março, com o novo Código de<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> O cerco apertou para quem deixa de pagar a taxa de condomínio do prédio. Desde que novas regras entraram em vigência, em março, com o novo Código de Processo Civil, o medo de moradores de deixar de pagar e enfrentar sérias consequências já mostrou resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nos oito primeiros meses do ano, as ações de cobrança na Justiça de São Paulo caíram 64%, em comparação ao mesmo período do ano passado, a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“As pessoas evitam ficar inadimplentes e deixar o caso parar na Justiça, porque, agora, as consequências ruins estão mais próximas”, explica Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da Lello Condomínios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas afinal, o que pode acontecer de tão grave se você deixar de pagar o condomínio? Especialistas em direito condominial explicam a seguir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Sua conta pode ser penhorada</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Cada condomínio tem suas regras, estabelecidas em um documento chamado “convenção do condomínio”. Normalmente, a partir de 60 dias sem pagar a taxa, a administradora do prédio já pode acionar o proprietário do imóvel na Justiça, como explica o contador especialista em condomínios Aldo Junior, conhecido como Dr. Condomínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Desde março, pelo novo Código de Processo Civil, assim que o morador receber a cobrança pelos Correios, tem até três dias úteis para quitar seu débito. Se isso não acontecer, a Justiça pode fazer penhora online da sua conta corrente, ou seja, resgatar seu dinheiro para pagar o condomínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Seu nome pode ficar sujo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, os condôminos que não pagaram a taxa de condomínio podem ter seus nomes negativados, incluídos em sistemas de proteção ao crédito (saiba como limpar seu nome no Serasa, SPC e SCPC).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ficar com o nome sujo, você pode ser impedido de assumir um financiamento em qualquer banco ou de parcelar novas compras em qualquer loja do mercado, por exemplo, por até cinco anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Você pode perder seu carro ou o próprio imóvel</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de ser notificado, se em três dias o condômino não quitar sua inadimplência, a Justiça pode determinar a penhora de bens, como um carro ou o próprio imóvel, para pagar a dívida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Você pode perder o imóvel mesmo que seja o único bem da família”, alerta Aldo Junior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Você pode ser impedido de votar em assembleia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se estiver inadimplente, a administradora pode impedir que você tenha voz em assembleias importantes do condomínio. Na escolhas da vaga da garagem, na eleição do síndico ou na aprovação do orçamento, o morador pode ficar de fora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Você pode ter que pagar multa e juros</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Código Civil, ao deixar de pagar o condomínio, o morador está sujeito a multa de 2% e juros de até 1% ao mês, conforme o que a convenção do condomínio determinar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Você pode ser impedido de usar áreas de lazer</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O condomínio pode impedir que você use áreas de lazer comuns, por entender que você geraria custos e não estaria pagando. No entanto, essa questão não é um consenso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que fazer se eu não consigo pagar o condomínio?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Por todos esses motivos listados acima, assim que o proprietário do imóvel perceber que não vai conseguir pagar o condomínio, é importante procurar imediatamente a administração para fazer um acordo e negociar sua dívida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“A receita de bolo para não dever condomínio é agir rápido. Não adianta começar a se preocupar depois que já deixou de pagar quatro ou cinco meses e a dívida já está muito alta”, aconselha Angélica Arbex, da Lello Condomínios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que todas essas consequências podem acontecer só se a administração do condomínio entrar na Justiça. “O problema é que ela pode entrar na Justiça quando quiser, normalmente a partir de 60 dias sem pagar, conforme a convenção do condomínio”, explica Aldo Junior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Se você aluga o imóvel e o seu contrato estabelece que o proprietário do imóvel é o responsável pelo pagamento da taxa de condomínio, é ele que sofrerá todas as consequências em caso de inadimplência, como explica o consultor jurídico Vinícius Costa, da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se o locatário deixar de pagar e gerar dívidas ao dono do imóvel, seu contrato de aluguel pode ser rescindido. Mesmo assim, a figura responsável pelo condomínio perante a administração é o proprietário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/o-que-pode-acontecer-se-voce-nao-pagar-o-condominio/">https://exame.abril.com.br</a></p>
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		<title>Como ter uma horta no condomínio ou em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
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					<description><![CDATA[A primavera chegou, e com, ela, a vontade de ficar mais tempo ao ar livre, e cuidar das plantas à nossa volta. Pode ser um ótimo momento também<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A primavera chegou, e com, ela, a vontade de ficar mais tempo ao ar livre, e cuidar das plantas à nossa volta. Pode ser um ótimo momento também de começar uma horta no seu condomínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com poucos recursos já é possível montar uma, com temperos, ervas e hortaliças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Nos condomínios com mais espaço, a horta pode ser em canteiros. Caso contrário, é possível cultivar em vasos, sem nenhum problema”, explica Cynthia Isnard, decoradora e paisagista que cuida desses espaços em alguns condomínios.</p>
<p style="text-align: justify;">
O fundamental é que seja em um local onde bata luz direta, ajudando assim no crescimento das plantas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para minimizar os custos, a plantação pode ser feita em vasos. Se a opção for pelos canteiros, são necessários tijolos, uma impermeabilização com manta asfáltica no local e terra apropriada para o cultivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outra opção é utilizar uma parte da área do jardim, ou uma jardineira, para esse fim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Caso haja qualquer adaptação do espaço físico do condomínio que envolva gastos extras, vale a pena chamar uma assembleia para referendar a decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso também vale decidir como serão divididos os frutos da horta, se a mesma será colhida por um funcionário ou pelos próprios moradores e quem ficará responsável pelo cuidado diário do espaço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Manutenção da horta do condomínio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Esperar que as crianças do condomínio ou que um morador cuide da horta pode não ser uma ideia que perdure, já que a área demanda cuidados diários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O mais comum é que a empresa que cuida da área verde do condomínio também faça a manutenção desse espaço, evitando que a área se degrade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Aqui começamos o projeto da horta com a ajuda das crianças, mas rapidamente elas perderam o interesse. Por isso, achamos melhor focar na empresa que já cuida da área verde do condomínio”, assinala o síndico Celio de Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;">
Com quatro grandes canteiros e jardineiras destinados à horta do seu condomínio, Célio conta que os cuidados do dia-a-dia também são responsabilidade da zeladora do residencial, que é encarregada de fazer a irrigação no local diariamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“A empresa vem duas vezes por mês, para fazer um cuidado mais ‘global’ da horta. Também preferimos o plantio de mudas pequenas, que apesar de mais caras crescem mais rápido do que se plantássemos sementes”, explica o gestor.<br />
Para Cynthia, duas vezes por mês é um intervalo adequado para o cuidado com esse tipo de área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Só quando o espaço estiver bem no começo é que demanda cuidado profissional semanal”, explica ela.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Cuidados com a horta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“As espécies que geralmente plantamos em hortas são mais suscetíveis a pragas e sensíveis à falta de manutenção”, explica Lucas Bonini, diretor da empresa Brasil Reage Gestão Ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">
Veja quais são os cuidados essenciais para a horta do seu condomínio:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Irrigação diária</strong>: feita de acordo com o recomendado pela empresa paisagista, de preferência em horário pré-estabelecido<br />
<strong>Limpeza diária</strong>: retirada de plantas daninhas<br />
<strong>Adubação de preferência orgânica</strong><br />
<strong>Tratamento contra pragas</strong>: Ficar de olho nas pragas ajuda a manter o espaço sempre bem cuidado. Uma dica contra cochinilha, lesmas, lagartas e outras espécies é deixar um tampinha de garrafa com cerveja no local, atraindo assim os animais. Dessa forma, sua retirada fica simplificada<br />
<strong>Rodizio de espécies</strong>: trocar as espécies de tempos em tempo é bom para não exaurir o solo. Também colabora com menos pragas no local.<br />
Apesar de constarem diversos itens, a irrigação diária, apesar de simples, é uma das mais importantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“É fundamental que essa rega ocorra diariamente, principalmente em áreas e épocas mais quentes”, ensina a paisagista Cynthia Isnard.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Regras para a colheita na horta do condomínio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
No condomínio de Celio, os moradores são livres para colher o que quiserem, sempre com bom senso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Lucas Bonini ressalta a importância do gerenciamento e utilização correta da horta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“No caso dos produtos da horta serem destinados para o consumo, é necessário uma organização para que haja um rodizio da colheita, pois cada espécie possui um tempo diferenciado e formas diferente de serem colhidas e replantadas. Assim, deve-se criar regras comuns para uso, determinando que não poderá ser liberado para que qualquer morador possa colher os alimentos a qualquer hora em qualquer quantidade. Ressaltamos também a importância da higiene durante todo o processo da colheita até o consumo”, explica ele.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>6 dicas gerais para a horta comunitária</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
LOCAL: O local escolhido para a horta deve receber muitas horas de sol por dia, o que inviabiliza o uso de áreas na sombra a maior parte do tempo. Se o piso não receber sol, mas as paredes sim, é possível altear os canteiros.<br />
O QUE PLANTAR: O ideal é que sejam plantadas ervas, temperos e chás. Hortaliças demandam mais atenção e cuidado.<br />
MONITORAMENTO: Para evitar vandalismos e preservar as regras estabelecidas, é bom que a horta seja filmada pelo CFTV. Dessa forma, a segurança do espaço está assegurada.<br />
COLHEITA: Em alguns condomínios, quando os temperos estão prontos para o consumo, o responsável pela horta colhe e envia às unidades o produto. Em outros, os condôminos são livres para se servir dos frutos da horta sempre que quiserem. Há também a possibilidade de um morador escolhido separar o que foi colhido, e distribuir às crianças do condomínio.<br />
BOM SENSO: Vale lembrar que o local é de todos e que o bom senso na hora da colheita deve prevalecer.<br />
PODA: A poda da horta também pede cuidados: deve ser feita um dedo rente ao solo, para que a planta cresça corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Dicas do especialista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Conversamos com o engenheiro agrônomo especialista em hortas orgânicas Marcelo Noronha que, ele deu diversas dicas sobre como plantar ervas em espaços reduzidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Noronha explicou que divide as plantas em duas categorias: as que precisam de profundidade (com mais de 60 cm) e as que não precisam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as mais espaçosas temos manjericão, alecrim, capim cidreira,pimentas,sálvia e louro. Se for plantar em vasos, essas o engenheiro agrônomo não indica que sejam plantadas no mesmo recipiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Já as espécies que não necessitam de locais tão profundos, como cebolinha, salsinha, tomilho, coentro, orégano, manjerona e hortelã permitem misturas em sua maioria, mas o ideal é que sejam plantadas aos pares. A exceção é a hortelã, que deve ficar sozinha no seu vaso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Também é melhor não plantar a salsinha e o coentro no mesmo recipiente, já que são bastante parecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para preparar o solo corretamente, a receita é: argila expandida, areia grossa e, então, uma camada de composto de terra com húmus ou esterco de vaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Também se deve levar em conta a necessidade real de água da planta, que, em geral, recebe muito mais rega do que precisa. Deve haver furos no fundo do vaso para que a água excessiva escorra por ali.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espécies a serem cultivadas</strong><br />
alecrim<br />
manjericão<br />
manjerona<br />
hortelã<br />
capim-limão<br />
capim-cidreira<br />
erva-doce<br />
carqueja<br />
arruda<br />
orégano<br />
salsa<br />
salsinha<br />
cebolinha<br />
coentro<br />
tomilho<br />
guaco</p>
<p>O melhor é que cada espécie tenha o seu local separado das demais. Assim, uma planta não cresce em cima da outra.<br />
Fontes consultadas: Marcelo Noronha, engenheiro agrônomo e responsável pelo site minhahorta.com.br; Gabriel de Souza, diretor da administradora Prop Starter, Fernando Santoro, sub-síndico e parte do Conselho dos Síndicos, do Secovi-SP, Marcelo Ribeiro Fonseca, sócio da Flora Brasil, Thais Denise Nascimento, bióloga paisagista sócia do Natureza em Arte, Sergio Meira, diretor de condomínios do Secovi-SP, Cynthia Isnard, decoradora e paisagista, Celio de Almeida, síndico, Lucas Bonini, diretor da empresa Brasil Reage Gestão Ambiental</p>
<p>Site: <a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/como-ter-uma-horta-no-condominio-ou-em-casa-convivencia-monte-uma-horta-no-condominio">https://www.sindiconet.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Reunião de condomínio exige bom senso de síndicos e moradores</title>
		<link>https://bvgovernanca.com.br/reuniao-de-condominio-exige-bom-senso-de-sindicos-e-moradores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2018 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[bvgovernanca]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas dicas são fundamentais para que a assembléia seja conduzida sem problemas. Acompanhe! &#160; É nos primeiros três meses do ano que as assembleias ordinárias dos<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Algumas dicas são fundamentais para que a assembléia seja conduzida sem problemas. Acompanhe!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É nos primeiros três meses do ano que as assembleias ordinárias dos condomínios costumam ocorrer. Essa assembleia é fundamental porque aprova as contas do ano anterior e a previsão de arrecadação para o próximo período. Também é na Assembléia Ordinária que é eleito o Síndico. Existem algumas saídas para tornar menos cansativas e mais produtivas as assembleias Síndico e administradora podem ajudar. (veja relação de dicas abaixo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é não permitir o debate de assuntos que não fizerem parte da pauta. O número de temas da assembleia também deve ser limitado a no máximo quatro e, se possível, deve-se estipular um tempo para o condômino que queira expor seus argumentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, o presidente da mesa (condômino escolhido para conduzir a assembléia) deve mostrar jogo de cintura e bom senso, enfatizando a importância da participação de todos, acolhendo e analisando as diversas opiniões. “Também é fundamental que o síndico tenha total conhecimento dos assuntos em pauta, especialmente dos mais delicados, se preparando antecipadamente para conduzi-los durante a assembleia”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Respostas claras, objetivas e de preferência documentadas quando for o caso, demonstram segurança e propiciam uma reunião mais tranquila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Não é recomendável retomar assuntos de assembleias anteriores que já foram debatidos e tiveram deliberação. E, ao mesmo tempo que se deve pretender objetividade na reunião, é importante dar voz a todos com imparcialidade e concluir as discussões apenas depois que as questões abordadas sejam esclarecidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dicas para conduzir a reunião do condomínio</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Organização – O síndico deve comunicar, detalhadamente, o motivo da reunião aos moradores, especificando os temas a serem abordados e delimitando o tempo previsto para a discussão de cada assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Corpo-a-corpo – A comunicação deve ir além da simples e burocrática convocação por edital. É recomendável que o síndico, tendo tempo, ligue ou escreva e-mails para os condôminos, ressaltando a importância de cada um na assembleia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Cortesia – É salutar que o síndico receba o condômino assim que ele chegar ao local da assembléia, cumprimentando-o e agradecendo-o pela presença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplo – Para exigir respeito, é preciso, antes de tudo, respeitar também. Assim, mesmo que o síndico não concorde com determinada opinião, ele deve deixar que o morador exponha seu ponto de vista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Preparo – É fundamental que o síndico se cerque de todas as informações possíveis, com auxílio dos conselheiros e de um profissional da administradora, para ter força de argumentação e convencimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Saudação – Recomenda-se que o presidente da mesa, saúde os presentes na abertura dos trabalhos e diga palavras de motivação e otimismo, visando tornar o clima da assembléia o mais agradável possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Controle – Aquele que estiver conduzindo a reunião deve ser orientado pelo síndico para que saiba o momento adequado de encerrar uma discussão, dando prosseguimento aos demais itens previsto na ordem do dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sugestões – Quando um participante apontar erros, peça, educadamente, que ele apresente alguma sugestão. Assim, o morador se sentirá integrado ao processo e incentivado a ajudar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Compreensão – O síndico deve tentar entender o perfil dos moradores para que, durante as reuniões, ele saiba como lidar com cada um deles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Interrupções – Solicitar que os participantes desliguem os celulares, pagers e radiocomunicadores evitando que a reunião seja interrompida, a não ser em caso de urgência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Comodidade – Montar uma mesa com café, chá e biscoitos para depois da assembleia é um ato de delicadeza que pode, inclusive, servir para aproximar ainda mais as pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Polidez – Lembrar-se de que, mais do que palavras, o que conta na comunicação interpessoal são o tom de voz, os gestos e o modo de se falar com as pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sindiconews.com.br/noticias-reuniao-de-condominio-exige-bom-senso-de-sindicos-e-moradores-839.html">http://www.sindiconews.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Academia em Condomínios</title>
		<link>https://bvgovernanca.com.br/academia-em-condominios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2018 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[bvgovernanca]]></category>
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					<description><![CDATA[O calor chegou e com ele a animação para praticar exercícios físicos, que podem acabar sendo deixados de lado nos períodos mais frios do ano. Mas<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O calor chegou e com ele a animação para praticar exercícios físicos, que podem acabar sendo deixados de lado nos períodos mais frios do ano. Mas se não houver tempo para se deslocar para uma academia, mesmo que seja no bairro, a própria academia do condomínio, que muitos possuem, pode ser uma solução para isso.<br />
Quem tem essa vantagem normalmente pode ir em qualquer horário, já que elas costumam abrir bem cedo, podendo até fechar à meia-noite.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Essa é uma das regras que eles adotaram, mas quando se fala em academia em condomínio gera algumas dúvidas, principalmente sobre questões de segurança. Se um condomínio decide montar uma academia, ele deve se preocupar principalmente com a manutenção dos aparelhos para que não ocorra nenhum tipo de acidente com os usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Caso aconteça, caberá a ele se responsabilizar pelo dano causado à pessoa. Por isso, é necessário que seja feita a manutenção preventiva, pelo menos uma vez ao mês.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Segundo o presidente da Secovi, não existe um regulamento para todos os condomínios, com regras de como cuidar da sua academia, portanto eles não são obrigados a ter um profissional de educação física para acompanhar os usuários, por exemplo, mesmo que seja uma discussão recorrente quando se fala do assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas ainda assim é aconselhável que o condomínio tome algumas precauções ao disponibilizar esse serviço. Se não for possível ter um profissional da área, ter alguém treinado para primeiros socorros é uma opção que pode dar mais segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Além disso, o condomínio pode exigir dos moradores que apresentem uma avaliação física feita pelo seu médico, atestando que ele está apto a praticar exercícios.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas só a assembleia deliberará quais regras devem ser aplicadas e qual é a forma de uso mais adequada do espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Regras mais comuns</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é permitido o uso da academia por menores de 16 anos, e no primeiro ainda é necessário que os responsáveis de jovens entre 16 e 18 anos assinem um termo de responsabilidade autorizando que ele utilize a academia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em alguns é exigido que se use tênis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No regimento interno, deve ter de forma bem clara, que é de responsabilidade do condômino o uso da academia, e como não há um profissional de educação física, dispõem de funcionários treinados para a prática de primeiros socorros, caso seja necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Existe a ideia de terceirizar a academia, porque acontece muito o mau uso dos equipamentos por pessoas que não sabem utilizar e deveriam ter uma orientação. Isso gera um grande gasto com manutenção para o condomínio. Se isso acontecer, teremos um professor de educação física.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">ACADEMIAS NOS CONDOMÍNIOS</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Comodidade – Sem dúvidas a comodidade é um dos pontos mais positivos. Não precisar se locomover para outros locais e poder escolher o melhor horário traz segurança e tranquilidade para quem quer praticar exercícios</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Integração – O espaço também ajuda a promover uma maior integração entre os moradores, podendo gerar outras atividades esportivas, que irão motivar não só os frequentadores da academia, mas também outros moradores</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Valorização – Ter uma academia também gera uma valorização do imóvel. A onda de praticar atividades físicas já deixou de ser moda e se transformou no objetivo de muita gente, principalmente os mais jovens, que se preocupam com a saúde e o bem-estar</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.bancadesindicos.com.br/site/academia-em-condominios/">http://www.bancadesindicos.com.br/</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Obras de acessibilidade no condomínio e sua aprovação</title>
		<link>https://bvgovernanca.com.br/obras-de-acessibilidade-no-condominio-e-sua-aprovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jul 2018 12:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[informativo]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade reduzida]]></category>
		<category><![CDATA[portadores de deficiencia]]></category>
		<category><![CDATA[síndico]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) vai analisar um projeto de lei que pretende facilitar a convocação de assembleia de condomínios e a deliberação<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) vai analisar um projeto de lei que pretende facilitar a convocação de assembleia de condomínios e a deliberação sobre obras condominiais para promover a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. A proposta aguarda designação de relator na CCJ.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O PLS 198/2018, do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), altera o Código Civil para prever que essas medidas dependerão do voto de apenas um terço dos condôminos, se outro quorum menor não tiver sido estabelecido pela convenção de condomínio. Atualmente, é necessária a presença de dois terços dos condôminos para a realização de obras úteis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O Código Civil atribui ao síndico a incumbência de convocar a assembleia anual (ordinária) para aprovação do orçamento das despesas, fixação das contribuições dos condôminos, prestação de contas e, eventualmente, eleição de seu substituto e alteração do regimento interno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Cássio Cunha Lima, esse arcabouço jurídico dificulta não só o fim de barreiras arquitetônicas que dificultam a mobilidade de pessoas com deficiência, mas também a aprovação de medidas que beneficiam um número restrito de condôminos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">—Como a maioria dos condôminos não precisa se utilizar de tais obras e muitos deles não se sensibilizam com as dificuldades enfrentadas por quem delas necessitam, em geral conseguem decidir com certa facilidade pela não realização, evitando dispêndios com obras que não lhes interessam diretamente – lamenta Cássio.</p>
<p style="text-align: justify;">
Fonte: www12.senado.leg.br</p>
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