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	<title>BV Governança &#8211; BV Governança e Contabilidade</title>
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	<description>Gestão Condominial e Contabilidade em Luziânia- GO</description>
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		<title>Síndico deve manter o documento sempre em dia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 11:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
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		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Condomínio sem vistoria do Corpo de Bombeiros Milhares de condomínios cumprem a lei que obriga a pagar todo ano o seguro contra incêndio, sendo que nenhuma<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Condomínio sem vistoria do Corpo de Bombeiros</p>
<p style="text-align: justify;">
Milhares de condomínios cumprem a lei que obriga a pagar todo ano o seguro contra incêndio, sendo que nenhuma companhia de seguros avisa que é fundamental que o edifício possua o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Entretanto, quando acontece um sinistro, o síndico e os demais proprietários são surpreendidos com a negativa de indenização, pois, no momento de pagar pelos danos, a seguradora alega que o edifício está irregular por não possuir o AVCB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Essa situação absurda foi comprovada pela Comissão de Direito Imobiliário da OAB-MG, que enviou ofício para as maiores seguradoras do Brasil solicitando esclarecimentos, tendo estas respondido por escrito e de forma unânime que entendem que, diante da falta do AVCB, podem recusar pagar a indenização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos municípios de Minas Gerais, entre eles Belo Horizonte, concede a Certidão de Baixa de Construção (mais conhecida como Habite-se) à construtora sem exigir que o edifício residencial ou comercial tenha sido vistoriado e aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Várias construtoras não conseguem obter o AVCB por deixarem de realizar as obras pertinentes e por não instalarem equipamentos que são essenciais para atender as normas contra incêndio e pânico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As falhas construtivas e as irregularidades, para serem corrigidas, exigem altos investimentos, mas o construtor conta com a falta de conhecimento dos adquirentes. Entrega o edifício, que é ocupado por pessoas que se limitam a verificar a matrícula no Ofício de Registro de Imóveis, sendo que deveriam checar também o AVCB por meio do site.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Centenas de edifícios têm sido multados em valores expressivos por falta do AVCB, sendo que a legislação estadual permite que o Corpo de Bombeiros interdite o prédio que não seja regularizado. Vários condomínios têm sido obrigados a gastar entre R$ 100 mil e R$ 400 mil para fazer o projeto, realizar as adaptações e instalar os equipamentos para obter o AVCB, despesa que seria evitada se tivesse acionado a construtora com celeridade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal é o síndico tomar a iniciativa de exigir da construtora a entrega do AVCB e de todos os projetos do edifício (cálculo estrutural, arquitetônico, elétrico, hidráulico e de incêndio) para o condomínio, pois esses documentos são essenciais para a verificação de que a obra foi executada corretamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Havendo falhas e vícios de construção, cabe ao condomínio agir, por meio de uma assessoria profissional, para obter da construtora a regularização de tudo, antes que o prazo de garantia vença. O síndico que se recusa a agir pode responder com seus bens pessoais se configurada sua responsabilidade ou a postura de proteger o construtor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A inércia, a falta de organização e de união dos compradores, além do desconhecimento jurídico, contribuem para que o condomínio perca o prazo para exigir seus direitos e a regularização do edifício.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www.otempo.com.br/">https://www.otempo.com.br/</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Condomínio com o espírito natalino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
		<category><![CDATA[informativos]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
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					<description><![CDATA[Planejamento da decoração: Tenha em mente que a decoração de Natal deve estar inclusa no planejamento do orçamento anual desde o início. Também é importante passar<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Planejamento da decoração:</p>
<p style="text-align: justify;">Tenha em mente que a decoração de Natal deve estar inclusa no planejamento do orçamento anual desde o início. Também é importante passar o assunto por assembleia, para saber se os moradores realmente têm interesse em decorar o condomínio e quanto dinheiro será disponibilizado para isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Decoração:</p>
<p style="text-align: justify;">Quem opta por uma decoração maior também deve se antecipar sempre que possível &#8211; tanto na decisão do orçamento empregado quanto na pesquisa da empresa escolhida. Com a proximidade do Natal, as prestadoras desse serviço vão ficando cada vez mais atarefadas, com menos horários disponíveis e, é claro, cobrando mais caro. Para uma opção mais simples, uma boa recomendação é investir em luzinhas, os pisca-pisca. Pendurá-los nas árvores e jardins do condomínio podem dar um ar bastante festivo ao condomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Compra dos itens:</p>
<p style="text-align: justify;">Procure apostar em materiais de qualidade, como lâmpadas de LED. Além de durarem mais tempo (e poderem ser aproveitadas em outros Natais), elas oferecem risco menor em casos de incêndio.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quanto aos outros elementos, use a sua inspiração e, é claro, tenha em mente o orçamento separado para a compra! Você pode recorrer a lojas que forneçam decorações de Natal em um valor menor para esses casos. Há a possibilidade de alugar a decoração natalina, pois, dessa forma, consegue-se variar os motivos anualmente sem investir na compra dos materiais. Papel de presente, caixas decorativas, tecidos, bolas coloridas, tudo pode ser usado e deixar seu condomínio com uma cara festiva.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Responsáveis pela organização de tudo:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É sempre uma boa recomendação reunir pessoas responsáveis por ajudar a decorar. Crie uma comissão de moradores que estejam dispostos a realizar a tarefa. Você também pode convidar as crianças. Além de ser um momento divertido, você vai incentivar o espírito natalino, bem como o sentimento de amizade e solidariedade entre os moradores. Outra forma de manter o espírito natalino em alta é colaborar com alguma ação social. Os condôminos doam roupas e brinquedos para alguma instituição de caridade e, depois, podem ajudar no momento da entrega.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www.seucondominio.com.br/noticias/decorando-o-condominio-para-o-natal">https://www.seucondominio.com.br</a></p>
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		<title>Animais exóticos: confira algumas regras</title>
		<link>https://bvgovernanca.com.br/animais-exoticos-confira-algumas-regras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[animais exóticos]]></category>
		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro passo é comprar o animal em um cativeiro autorizado pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) &#160; Cachorros, gatos estão entre<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é comprar o animal em um cativeiro autorizado pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Cachorros, gatos estão entre os pets preferidos para se criar em casa ou apartamentos.  Mas ha quem prefere animais exóticos, como cobras, lagartos, aranhas ou pássaros maiores. Porém para esses animais alguns cuidados devem ser tomados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é comprar um animal em um cativeiro autorizado pelo IBAMA. O cativeiro deve emitir nota fiscal e certificado de procedência do animal que deverá estar com anilha (forma de identificação) ou microchip. O Iema informa que está suspenso o cadastramento de novos criadores comerciais de répteis, anfíbios e mamíferos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Comprando em cativeiro, o proprietário está resguardado. Mas precisa seguir as orientações  que o estabelecimento dá para sobre a criação do animal&#8221;, afirma Izabel Gomes, coordenadora de monitoramento do uso da fauna e recursos hídricos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (IBAMA).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O cativeiro deve passar informações sobre criação, espaço adequado e tipo de alimentação necessária. Se o proprietário não seguir as orientações, será acusado de maus tratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No condomínio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A administratora da Suprema Administração de Condomínios, Viviane Nunes, explica que a legislação é ampla quando se trata de animais em condomínios. &#8220;A lei fala apenas sobre animais. Então o morador pode ter o bicho que quiser. O regimento interno pode criar regras de convivência, como só permitir a presença em áreas comuns dentro da caixa de transporte&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Viviane explica que o animal não pode incomodar outros moradores. &#8220;Se oferecer riscos por ficar em áreas comuns, fizer barulho e sujeira fora do apartamento, os vizinhos podem reclamar e o condomínio vai notificar&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www.gazetaonline.com.br/noticias/imoveis/2017/10/de-portas-abertas-para-animais-exoticos-saiba-regras-de-convivencia-1014102459.html">https://www.gazetaonline.com.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
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		<title>Como ter uma horta no condomínio ou em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 12:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[horta]]></category>
		<category><![CDATA[horta comunitária]]></category>
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					<description><![CDATA[A primavera chegou, e com, ela, a vontade de ficar mais tempo ao ar livre, e cuidar das plantas à nossa volta. Pode ser um ótimo momento também<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A primavera chegou, e com, ela, a vontade de ficar mais tempo ao ar livre, e cuidar das plantas à nossa volta. Pode ser um ótimo momento também de começar uma horta no seu condomínio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com poucos recursos já é possível montar uma, com temperos, ervas e hortaliças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Nos condomínios com mais espaço, a horta pode ser em canteiros. Caso contrário, é possível cultivar em vasos, sem nenhum problema”, explica Cynthia Isnard, decoradora e paisagista que cuida desses espaços em alguns condomínios.</p>
<p style="text-align: justify;">
O fundamental é que seja em um local onde bata luz direta, ajudando assim no crescimento das plantas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para minimizar os custos, a plantação pode ser feita em vasos. Se a opção for pelos canteiros, são necessários tijolos, uma impermeabilização com manta asfáltica no local e terra apropriada para o cultivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Outra opção é utilizar uma parte da área do jardim, ou uma jardineira, para esse fim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Caso haja qualquer adaptação do espaço físico do condomínio que envolva gastos extras, vale a pena chamar uma assembleia para referendar a decisão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse caso também vale decidir como serão divididos os frutos da horta, se a mesma será colhida por um funcionário ou pelos próprios moradores e quem ficará responsável pelo cuidado diário do espaço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Manutenção da horta do condomínio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Esperar que as crianças do condomínio ou que um morador cuide da horta pode não ser uma ideia que perdure, já que a área demanda cuidados diários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O mais comum é que a empresa que cuida da área verde do condomínio também faça a manutenção desse espaço, evitando que a área se degrade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Aqui começamos o projeto da horta com a ajuda das crianças, mas rapidamente elas perderam o interesse. Por isso, achamos melhor focar na empresa que já cuida da área verde do condomínio”, assinala o síndico Celio de Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;">
Com quatro grandes canteiros e jardineiras destinados à horta do seu condomínio, Célio conta que os cuidados do dia-a-dia também são responsabilidade da zeladora do residencial, que é encarregada de fazer a irrigação no local diariamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“A empresa vem duas vezes por mês, para fazer um cuidado mais ‘global’ da horta. Também preferimos o plantio de mudas pequenas, que apesar de mais caras crescem mais rápido do que se plantássemos sementes”, explica o gestor.<br />
Para Cynthia, duas vezes por mês é um intervalo adequado para o cuidado com esse tipo de área.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“Só quando o espaço estiver bem no começo é que demanda cuidado profissional semanal”, explica ela.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Cuidados com a horta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“As espécies que geralmente plantamos em hortas são mais suscetíveis a pragas e sensíveis à falta de manutenção”, explica Lucas Bonini, diretor da empresa Brasil Reage Gestão Ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">
Veja quais são os cuidados essenciais para a horta do seu condomínio:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Irrigação diária</strong>: feita de acordo com o recomendado pela empresa paisagista, de preferência em horário pré-estabelecido<br />
<strong>Limpeza diária</strong>: retirada de plantas daninhas<br />
<strong>Adubação de preferência orgânica</strong><br />
<strong>Tratamento contra pragas</strong>: Ficar de olho nas pragas ajuda a manter o espaço sempre bem cuidado. Uma dica contra cochinilha, lesmas, lagartas e outras espécies é deixar um tampinha de garrafa com cerveja no local, atraindo assim os animais. Dessa forma, sua retirada fica simplificada<br />
<strong>Rodizio de espécies</strong>: trocar as espécies de tempos em tempo é bom para não exaurir o solo. Também colabora com menos pragas no local.<br />
Apesar de constarem diversos itens, a irrigação diária, apesar de simples, é uma das mais importantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“É fundamental que essa rega ocorra diariamente, principalmente em áreas e épocas mais quentes”, ensina a paisagista Cynthia Isnard.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Regras para a colheita na horta do condomínio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
No condomínio de Celio, os moradores são livres para colher o que quiserem, sempre com bom senso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Lucas Bonini ressalta a importância do gerenciamento e utilização correta da horta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">“No caso dos produtos da horta serem destinados para o consumo, é necessário uma organização para que haja um rodizio da colheita, pois cada espécie possui um tempo diferenciado e formas diferente de serem colhidas e replantadas. Assim, deve-se criar regras comuns para uso, determinando que não poderá ser liberado para que qualquer morador possa colher os alimentos a qualquer hora em qualquer quantidade. Ressaltamos também a importância da higiene durante todo o processo da colheita até o consumo”, explica ele.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>6 dicas gerais para a horta comunitária</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
LOCAL: O local escolhido para a horta deve receber muitas horas de sol por dia, o que inviabiliza o uso de áreas na sombra a maior parte do tempo. Se o piso não receber sol, mas as paredes sim, é possível altear os canteiros.<br />
O QUE PLANTAR: O ideal é que sejam plantadas ervas, temperos e chás. Hortaliças demandam mais atenção e cuidado.<br />
MONITORAMENTO: Para evitar vandalismos e preservar as regras estabelecidas, é bom que a horta seja filmada pelo CFTV. Dessa forma, a segurança do espaço está assegurada.<br />
COLHEITA: Em alguns condomínios, quando os temperos estão prontos para o consumo, o responsável pela horta colhe e envia às unidades o produto. Em outros, os condôminos são livres para se servir dos frutos da horta sempre que quiserem. Há também a possibilidade de um morador escolhido separar o que foi colhido, e distribuir às crianças do condomínio.<br />
BOM SENSO: Vale lembrar que o local é de todos e que o bom senso na hora da colheita deve prevalecer.<br />
PODA: A poda da horta também pede cuidados: deve ser feita um dedo rente ao solo, para que a planta cresça corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Dicas do especialista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Conversamos com o engenheiro agrônomo especialista em hortas orgânicas Marcelo Noronha que, ele deu diversas dicas sobre como plantar ervas em espaços reduzidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Noronha explicou que divide as plantas em duas categorias: as que precisam de profundidade (com mais de 60 cm) e as que não precisam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as mais espaçosas temos manjericão, alecrim, capim cidreira,pimentas,sálvia e louro. Se for plantar em vasos, essas o engenheiro agrônomo não indica que sejam plantadas no mesmo recipiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Já as espécies que não necessitam de locais tão profundos, como cebolinha, salsinha, tomilho, coentro, orégano, manjerona e hortelã permitem misturas em sua maioria, mas o ideal é que sejam plantadas aos pares. A exceção é a hortelã, que deve ficar sozinha no seu vaso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Também é melhor não plantar a salsinha e o coentro no mesmo recipiente, já que são bastante parecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para preparar o solo corretamente, a receita é: argila expandida, areia grossa e, então, uma camada de composto de terra com húmus ou esterco de vaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Também se deve levar em conta a necessidade real de água da planta, que, em geral, recebe muito mais rega do que precisa. Deve haver furos no fundo do vaso para que a água excessiva escorra por ali.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Espécies a serem cultivadas</strong><br />
alecrim<br />
manjericão<br />
manjerona<br />
hortelã<br />
capim-limão<br />
capim-cidreira<br />
erva-doce<br />
carqueja<br />
arruda<br />
orégano<br />
salsa<br />
salsinha<br />
cebolinha<br />
coentro<br />
tomilho<br />
guaco</p>
<p>O melhor é que cada espécie tenha o seu local separado das demais. Assim, uma planta não cresce em cima da outra.<br />
Fontes consultadas: Marcelo Noronha, engenheiro agrônomo e responsável pelo site minhahorta.com.br; Gabriel de Souza, diretor da administradora Prop Starter, Fernando Santoro, sub-síndico e parte do Conselho dos Síndicos, do Secovi-SP, Marcelo Ribeiro Fonseca, sócio da Flora Brasil, Thais Denise Nascimento, bióloga paisagista sócia do Natureza em Arte, Sergio Meira, diretor de condomínios do Secovi-SP, Cynthia Isnard, decoradora e paisagista, Celio de Almeida, síndico, Lucas Bonini, diretor da empresa Brasil Reage Gestão Ambiental</p>
<p>Site: <a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/como-ter-uma-horta-no-condominio-ou-em-casa-convivencia-monte-uma-horta-no-condominio">https://www.sindiconet.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Dicas de manutenção de jardins</title>
		<link>https://bvgovernanca.com.br/dicas-de-manutencao-de-jardins/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suporte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 12:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[BV Governança]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[jardim]]></category>
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					<description><![CDATA[Os jardins do condomínio são áreas importantes para o convívio dos condôminos e para a valorização do patrimônio. &#160; A falta de uma manutenção adequada pode, por<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os jardins do condomínio são áreas importantes para o convívio dos condôminos e para a valorização do patrimônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de uma manutenção adequada pode, por exemplo, comprometer toda a estrutura, o solo e as plantas do jardim. E ter que refazer um jardim inteiro não é algo barato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Veja abaixo dicas simples que vão da compra de plantas à manutenção dos jardins. Oriente seus funcionários e confira junto à empresa que faz a manutenção se as dicas abaixo estão sendo seguidas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Rega</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
As orientações do paisagista ou do vendedor da planta são fundamentais para definir quantas vezes ela deve ser regada. Caso não tenha, confira essas dicas:<br />
&#8211; As plantas expostas ao sol podem ser regadas de uma a duas vezes por semana, mas sempre com bom senso. É importante observar a reação da planta para, com o tempo, regá-la mais ou menos<br />
&#8211; Vasos internos normalmente não exigem tanta água como as plantas que ficam no sol.<br />
&#8211; As jardineiras que ficam em locais mais altos ou com grande circulação de vento precisam de mais atenção, já que, normalmente precisam de mais água para não ficarem secas.<br />
&#8211; No verão, na primavera e em períodos mais quentes, as plantas devem ser regadas em dias alternados. Já nas estações mais frias, elas devem ser regadas com menos freqüência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Manutenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
O responsável pelo jardim deve estar sempre atento às plantas daninhas. Elas podem ser retiradas de maneira mecânica, com a mão ou com uma pequena enxada mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">
A terra precisa ser adubada de três a quatro vezes por ano. Cada planta exige um tipo de adubação, por isso, procure orientações com profissionais para não errar o tipo de adubo e a quantidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
Uma vez por mês é importante que um profissional especializado aplique venenos específicos nos jardins para combater fungos e pragas. Se feito de maneira errada, esse processo pode causar a morte das plantas e até colocar em risco a saúde de quem fez o trabalho e dos moradores.</p>
<p style="text-align: justify;">
O processo da poda também exige cuidados e algum conhecimento técnico, já que ele pode levar a planta à morte. O ideal é que sejam podados por um jardineiro. Já as que serão moldadas, como os buxinhos, podem ser podados com mais facilidade e sem riscos</p>
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Não acrescente uma nova planta ao jardim do condomínio aleatoriamente. Lembre-se que as plantas não crescem só para cima, mas também para baixo. O tamanho e o tipo da raiz podem trazer problemas sérios à estrutura dos prédios e casas.</p>
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Independente da estação do ano, a manutenção nos jardins em condomínios de pequeno a médio porte deve ser feita uma vez por mês, mais especificamente nos períodos de estiagem ou seca quando a irrigação é um procedimento importante a ser realizado periodicamente.</p>
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Deve-se observar as necessidades de cada espécie, de acordo com a época, pois cada uma necessita de adubos e fertilizantes específicos</p>
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Tratamentos contra pragas e doenças merecem atenção especial porque podem comprometer qualquer jardim.<br />
As podas devem ser feitas sempre quando a espécie estiver com folhas e galhos grandes, ou quando essa apresentar galhos secos ou doentes.</p>
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O inverno é a estação climática do ano que mais afeta as plantas, por isso é importante que o gramado seja coberto com substrato ou terra mista peneirada para manter a umidade e fortalecer o sistema radicular, além de realizar as podas de limpeza.</p>
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É no outono que deve ser feita à limpeza de canteiros e a adubação química específica; primavera e verão são as épocas para poda da grama, novas adubações químicas peculiares a cada espécie e correção do pH do solo caso haja necessário.</p>
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Prestar atenção na primavera e no verão, quando as doenças e pragas surgem devido ao clima mais quente e início das chuvas.</p>
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Sempre é necessária a renovação da quantidade de matéria orgânica do solo, bem como a correção de possíveis irregularidades.</p>
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<strong>Compra</strong></p>
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Cada espécie de planta exige cuidados específicos, por isso, quando for comprar uma não se esqueça de esclarecer se:<br />
A planta prefere o sol ou a sombra</p>
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Quantas vezes ela deve ser regada</p>
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Qual a melhor maneira de plantá-la</p>
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A planta é perene ou tem fases</p>
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Evite comprar sementes, elas demoram muito para germinar e as outras plantas acabam crescendo mais rápido e ocupando seu espaço.</p>
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Na hora de escolher uma muda, prefira as que estão mais floridas e com as folhas mais vigorosas e sem manchas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se esqueça de olhar com atenção se nenhuma tem insetos que podem ir para outras plantas e causar problemas.<br />
Indicações</p>
<p style="text-align: justify;">
Algumas árvores grandes devem ser evitadas nos condomínios, como: flamboyant, mangueira, coqueiro anão e palmeiras. Lembre-se que o tamanho vertical de suas folhas também deve ser levado em conta, além da raiz.</p>
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Para vasos, algumas espécies têm manutenção simples e seus arbustos podem ser moldados com uma poda rápida, como: buxinhos, fícus para vasos e eugênias.</p>
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Uma boa opção para quem tem pouco espaço mas quer estilo são árvores frutíferas de pequeno porte, como: acerola, pitanga e romã.</p>
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Flores são sempre uma boa opção para os locais pequenos, já que suas raízes não precisam de muito espaço.<br />
Uma boa dica para ter um jardim sempre florido é ter pés de diversas plantas, mas que florescem em diferentes épocas do ano.</p>
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Na hora de escolher a planta, evite as que têm espinhos e que são venenosas, como espirradeiras, espadas de São Jorge e comigo-niguém-pode. As que soltam um líquido quando a folha se quebra também não devem ser usadas, elas podem causar queimaduras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/dicas-de-manutencao-de-jardins-manutencao-jardins">https://www.sindiconet.com.br</a></p>
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		<title>Soluções sem cabos já são realidade em condomínios</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 12:00:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sensores, softwares de gerenciamento, painéis de toque e comunicação online são recursos que estão mudando a rotina em edifícios residenciais e comerciais. Muitas vezes sem que<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sensores, softwares de gerenciamento, painéis de toque e comunicação online são recursos que estão mudando a rotina em edifícios residenciais e comerciais. Muitas vezes sem que os usuários percebam, sistemas inteligentes já ajudam a executar ou monitorar a segurança e até os gastos dos condomínios.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Este padrão de comunicação sem fio adotado em vários países e que facilita a integração entre aparelhos de marcas diferentes. Por isso, pode ser adotado tanto em novos empreendimentos quanto em construções já existentes, eliminando a necessidade de cabeamento. Esse sistema tem sido implantado com frequência em condomínios de médio e alto padrão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em alguns condomínios, já funciona o sistema de tarifação on-demand: cada usuário paga apenas pelos serviços que utiliza no prédio; o controle é automático, e todos podem monitorar as informações a qualquer momento.  A maior demanda é pelos sistemas de gerenciamento do consumo de energia, onde podem ser monitorados em tempo real os gastos com luz, eletroeletrônicos, piscina, banheira, ar condicionado etc., e os relatórios de consumo são visualizados num tablet ou smartphone</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www.sindiconet.com.br/informese/internet-das-coisas-noticias-mercado">http://revistahometheater.uol.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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